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[Ato l] Golden Wind

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[Ato l] Golden Wind

Mensagem por Giorno em Sex Jan 11, 2019 12:09 am

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Vento de Ouro

— Novos ares. — Dizia, inalando o "ar sofisticado" de Cadence City pelo nariz e o exalando pela boca mais rápido do que inalava, na bizarra esperança de respirar a menor quantidade de ar nobre possível. Repudiava a ideia de seres humanos superiores uns aos outros, com o diferencial entre eles marcado apenas pelo dinheiro e pela forma de se vestir. "São só pedaços de papel que você troca por outras coisas. No que isso te diferencia?" — Péssimas memórias de meus antepassados denegrindo minha imagem e me deserdando atormentavam minha mente. Mal conseguia lembrar daquele dedo apontado para minha direção sem culminar rancor pela face da riqueza. Uma silhueta de meu pai surgia: o rosto era marcado por decepção, seus bigodes grisalhos umedecidos pelo chá que tomara instantes anteriores, seus cabelos também grisalhos bem penteados para trás de forma simétrica e, como dizem por aí, estética. Sua voz era rouca como a de quem fosse forçado a pronunciar palavras ofensivas e por fim, trêmulo. Não conseguia ouvir o que dizia, provavelmente por meu cérebro bloquear ideias que viessem a me ofender, na tentativa de manter o controle emocional e os estímulos de raiva. "Você também é carne e osso. Sinto muito." — Nesse momento, sua silhueta mergulhava em um grande poço de escuridão e se camuflava com aquilo. Um longo piscar de olhos e uma pequena puxada de uma pequena mão me colocavam de volta aos meus sensos. Golden Experience chamava a minha atenção, apontando para algum lugar no horizonte no qual eu não podia enxergar no momento, por estar de postura baixa por muito tempo, dificultando ergue-la novamente sem evitar as dores na coluna.
Após puxadas e puxadas, decido fazer uma força para dissipar a preguiça causada pelo desconforto dos devaneios. — Golden Experience? — Falava, esperando uma reação do pokémon. Ele apontava repetidas vezes para o mesmo lugar. Com um pouco de esforço na vista, consigo enxergar outro Chimchar, de longe, pulando e acenando para Golden. Ele usava um colar de ouro e um relógio prateado que parecia ser bem caro. "Ugh, estética. Provavelmente vou ter que lidar com seu treinador... burguês safado..." — Franzia a testa, mas entendia e aceitava a vontade do meu parceiro. Eu não parecia estar tão satisfeito com isso quanto Golden — que por sua vez, caminhava aos pulinhos em direção ao seu semelhante.
Chegávamos eu e ele perto da criatura. Com uma pequena corrida à frente, meu amigão ia de encontro a ele. Os dois trocavam alguns cumprimentos que eu não conseguia entender muito bem como funcionavam, parecia até que já se conheciam de algum lugar, embora eu tivesse certeza de que não. Após alguns segundos de brincadeira, o Chimchar desconhecido se aproximava de mim. Eu olhava para os arredores, mas não via ninguém que estivesse sob controle da pobre criatura. Ele parava na minha frente, esticando os braços para cima como quem pedisse colo: sem sombra de dúvidas, aquilo amolecia meu coração e me arrancava um sorriso do rosto. Aquele pokémon certamente era adorável, e sua personalidade me cativava.
Eu o pegava no meu colo, confortado pelo seus mimos carinhosos que atravessavam todo o meu corpo. Suas mãos eram tão pequenas quanto as de Golden, mas certamente eram habilidosas em afagar as pessoas. Tão deleitosa era a sensação de amor pelo novo conhecido que me fazia abraça-lo um pouco mais forte, o colocando contra meu tórax e passando meus braços ao redor de suas pequenas costas, e claro, tomando cuidado para não tocar no seu rabo ou na sua cabeça, para que eu não tivesse que me preocupar com queimaduras mais tarde. Fechava meus olhos e aproveitava esse pequeno intervalo de carinho para me recordar de boas lembranças, como a minha infância, por exemplo. Bons tempos eram aqueles nos quais eu tinha costume de roubar doces de padaria para dividir com meus amigos e falar sobre garotas enquanto comíamos. Era tempos tão acolhedores quanto o carinho de Chimchar.
Dissipando as lembranças novamente, eu punha o Chimchar no chão, que saía em disparada para bem longe, tropeçando algumas vezes em seu percurso. Com um sorriso de satisfação no rosto, eu erguia uma das mãos para acenar para a criatura, enquanto colocava a outra em um dos bolsos. — Tchau, amigui--- — Algo estranho acontecia, que me interrompia a fala. Minha pele ficava branca e meu rosto travava naquele sorriso. — H-Hey... G-Golden... — Minha boca sorria, mas dava para notar o desespero nos meus olhos. A expressão era até que cômica para quem a enxergasse de longe, mas para mim era pânico genuíno. Golden Experience parecia ter uma interrogação em mente. — ...o-onde que tá minha c-carteira? — Golden também parecia travar.
"Eu sabia, eu sabia que aquelas patinhas não eram confiáveis! Eram um mar de rosas, mas rosas espinhosas, afinal! Eram três mil e quinhentos ienes, deus do céu!" — Eu não iria deixar aquilo barato, não mesmo. O Chimchar já não estava mais no meu campo de visão, mas se eu olhasse bem para o solo, poderia ver as marcas de seus pés encardidos, e isso já era o suficiente para rastreá-lo. Meu desespero me corroía por dentro, lembrava cada vez mais das coisas que eu poderia comprar com aquele dinheiro e da comida que eu estava com vontade de consumir um pouco mais tarde. Minhas energias voltavam à vida e meu único objetivo naquele momento era ter a minha carteira de volta.
Olhava ao meu redor e reparava em uma criança vestindo um boné vermelho, no auge de sua pré-adolescência, limpando as rodas de uma bicicleta que parecia ser recém-comprada. Rapidamente me aproximava dessa criança e segurava nos guidões da bicicleta. — Garoto, eu preciso da sua bicicleta, te devolvo depois! — Subia de forma bruta e começava a pedalar. O menino corria atrás de mim, surpreso, clamando pela bicicleta cada vez mais alto e gritando "Ladrão, ladrão!". Alguns segundos depois, quando notava-se que o menino já não tinha mais forças para correr, ele ajoelhava e começava a chorar pela perda de sua bicicleta. Eu pedalava por mais alguns segundos, mas quanto maior a minha distância em relação ao derrotado, mais pesado era o remorso que maltratava meu peito. Freava a bicicleta e dava meia-volta, indo de encontro ao garoto.
— Você é um treinador pokémon, não é? Um aventureiro, certo? — O garoto teimava com a ideia de ladrão por momentos, mas logo cedia. Fungava e soluçava algumas vezes, por ter descarregado suas emoções nos gritos anteriores. — S-sim senhor... *sniff*... — Eu colocava a mão sobre seu ombro e sorria. — Aqui, então venha em uma aventura comigo! Suba na garupa da bicicleta que eu te levo. Em troca de ser meu ajudante, vamos tomar um sorvete naquela mesma praça. — O garoto parava de soluçar e concordava com a cabeça. Parecia mais aliviado em ter provado para si mesmo de que eu não era um ladrão.
Subimos nós dois na bicicleta. Ele na garupa, eu no controle. As pegadas do Chimchar ainda estavam nítidas, mas eu sei que isso não duraria muito, já que o céu a esse ponto se mostrava nublado e poderia dar início a uma chuva. "Temos que alcança-lo rápido. Não posso cortar caminho, já que não sei de fato para onde as pegadas podem me levar. — Com esses pensamentos, acelerava a bicicleta, até que eu pudesse ver aquele maldito Chimchar ali, nos risos, abrindo a minha carteira e retirando os ienes dela. Jogava algumas notas para cima, como confetes. Vendo isso, não podia deixar de abrir um sorriso maligno. — Garoto, se segure. — Ficava em pé nos pedais, buscando acelerar com maior intensidade: meu foco naquele momento era atingir o Chimchar com a bicicleta. — Moço! O que você vai fazer?! Pare, pare, está muito rápido! — O remorso já não era o suficiente para controlar minha sede de justiça. Aquele Chimchar iria pagar caro pelo o que fez. — Socorro! Tem um maníaco me levando de bici--- — Cale-se! — Interrompo o garoto, enquanto chego cada vez mais perto do meliante. O pokémon nota a bicicleta a alguns metros de distância dele, e começa a chamar a atenção de alguém que parecia estar atrás de algumas moitas em uma floresta próxima às ruas de Cadence.
Um homem mascarado sai daquelas moitas, pronto para dar uma ordem de combate ao Chimchar. — Chimchar, use Scra--- — Tarde demais. Eu perdia o controle da bicicleta, e o objeto desgovernado derrapava para os lados, atingindo sua estrutura lateral inteira no homem. Caíamos eu, Golden, o garoto de boné vermelho e o homem mascarado no chão daquela moita lamacenta. Minhas roupas por sorte não se sujavam por conta de eu ter caído em cima do estranho, mas não poderia dizer que o pobre garoto teve a mesma sorte. Seu boné vermelho mantinha-se limpo, entretanto. O homem mascarado rastejava assustado no chão, para fora do espaço em que a bicicleta estava. — Vocês enlouqueceram?! — Ele certamente não esperava que aquilo fosse acontecer. A bicicleta, por sua vez, teve suas correntes estouradas e seu pneu furado. O garoto conseguia ficar de joelhos, e logo se engatinhava para perto da bicicleta, passando a mão nela como passaria em um cadáver. — Eu tinha acabado de polir! Por que você fez isso?! Você ficou louco, moço?! — Diz o garoto. Golden, por sua vez, puxava minha mão na esperança de que eu levantasse. Me levantava. O tempo de me levantar era o tempo do homem mascarado se unir novamente com o Chimchar.
— Golden Experience! Use Scratch! — Cego de ira, apontava para o homem, mas Golden instintivamente atacava seu Chimchar, que recuava e arfava após sofrer seu dano. A corrente de ouro estourava e caía na lama, revelando não ser de ouro genuíno, e sim de algum material semelhante ao latão tingido.
O garoto levantava-se e se punha ao meu lado. — É culpa desse homem que estamos aqui! Eu entendo você, moço! — Seu olhar era de determinação, destemido dos perigos do mundo afora. Me surpreendia, já que não havia sequer minutos que ele estava apavorado com todo evento inesperado que aparecia. — Totodile, vai! — Ele dizia após arremessar uma pokébola, revelando seu pokémon aquático, muito intimidador, por sinal. Notando que o garoto arremessava um pokémon de água, o homem recuava o corpo, assustado. — Lil' Chim', precisamos sair da--- — Ele era interrompido pelo menino. — Cale-se! — Dizia. Tal frase me trazia orgulho, já que fora a que eu usei há poucos minutos. "Boa, garoto!" — Um por trás da máscara de ira me era colocado. Eu havia desenvolvido um vínculo amigável com o recém-conhecido.
— Totodile, use Water Gun! Acabe com ele! — Gritava o menino. Seu pokémon, por sua vez, acertava o golpe super-efetivo no Chimchar inimigo, que gritava seu nome de dor e caía para trás, inconsciente. O mascarado retirava sua máscara, revelando ser um homem branco de cabelos ruivos e olhos vermelhos, enquanto protegia com os braços seu pokémon inconsciente. — Parem, parem, por favor! Tome, aqui, é tudo o que eu tenho! — Ele entregava minha carteira de volta — esta vazia, já que o dinheiro fora usado de confete pelo seu pokémon e estava ali, jogado na rua, do lado da moita em que todos nós nos encontrávamos. Ele também entregava cem ienes, que era o que tinha nos bolsos. — Não machuquem o Lil' Chim, por favor! Por favor!
Quando profere o "por favor", minha mente logo entra em devaneios. "Cem ienes..." — Eu olhava fixamente para o dinheiro em minhas mãos. Depois olhava para o garoto ao meu lado, olhando para mim como quem pedisse por aprovação moral, sorrindo. Seus olhos diziam "conseguímos", estavam transbordando orgulho, enquanto seu corpo tremulava de cansaço e adrenalina, respirando ofegantemente. Em seguida, olhava para Golden Experience, que estava sujo de lama e também arfando, por ter se esforçado para dar o golpe no qual eu ordenei que desse. Logo desviava novamente meu olhar, dessa vez, para o homem no chão, tremendo, com lágrimas no rosto, protegendo seu possível único amigo dando tudo o que tinha: cem ienes. "Que tipo de monstro sou eu? Como pude criar uma situação dessas?" — Pensava comigo mesmo, largando o dinheiro no chão, com o peso do choque de realidade atingindo meu peito. Catei o dinheiro jogado no chão e voltava para a cena.
Me aproximava do homem e de seu pokémon. — Vem cá. Levanta. — O homem estava assustado, com medo de que eu fizesse algo com ele ou com seu pokémon. Relutou para não soltar Lil' Chim', mas acabou cedendo. Sem fazer muito esforço por conta de minha estrutura corporal musculosa, erguia seu pokémon em meus braços. — Ele tá ferido. Vamos para o centro pokémon mais próximo. Pega a bicicleta do garoto e carrega ela com a gente. — Ele caminhava atrás de mim com a bicicleta em mãos. Levava 30 minutos para chegarmos ao centro pokémon mais próximo, e de  cinco em cinco, o garoto perguntava se nós já havíamos chegado. "Não" era a resposta para todas as perguntas feitas nesse período de tempo.
Deixávamos o homem no centro pokémon por alguns minutos, e ele logo voltava com seu pokémon já restaurado, mas não parecia tão feliz. Estava ainda decepcionado consigo mesmo. — Vocês vão me entregar para a polícia agora, não é? — Dizia ele, apertando mais forte seu pokémon em seus braços. — A gente vai tomar sorvete. Chamar a polícia demora, e eu não tenho mais saco de esperar para comer alguma coisa. Pode vir com a gente, se quiser. — O garoto olhava para mim com olhar incrédulo. Não podia acreditar que eu estava tratando bem um ladrão de araque. Mesmo assim, aceitava o que eu dizia, porque não conseguia mais raciocinar depois de tantas loucuras. — M-Mas... eu não tenho dinheiro... o s-senhor vai me devol-- — Não. Esses cem vão para o conserto da bicicleta do garoto. Faça o escândalo que quiser. — O olhar incrédulo do garoto se transformava em um olhar feliz, de quem se saiu beneficiado em uma situação. Se sentia vitorioso, tanto é que começava a andar de peito estufado para todos os lugares que íamos em seguida.
Parávamos nós três em uma sorveteria, com nossos respectivos pokémons. Sujos de lama e banhados a suor, pedíamos de forma barbárica pelos sorvetes, que nos eram concedidos momentos depois. Enquanto tomávamos, eu fazia minhas anotações sobre os ataques que eu havia visto na cena: o Water Gun de Totodile e os Scratches dos nossos Chimchares. Foi um dia memorável.
— Eu quero pagar. — Com cem ienes, o garoto pagava por todos os sorvetes. — Por que usou o dinheiro?! Era para o conserto da sua bicicleta! — O garoto sorria brevemente, e olhava para além do horizonte. — Aprendi hoje que o dinheiro não é tudo isso que pensamos que seja. Quando aquele Chimchar o jogou para cima, eu percebi rápido que eram só... pedaços de papel... nada disso tem valor de verdade, e pra ser sincero... — As palavras entravam afiadas na minha mente. Eu não consegui evitar de abraçar o garoto instantaneamente e sujar meu blusão de lama. — Estou orgulhoso de você, garoto. E eu nem sei seu nome. — O garoto, por mais que tenha sido interrompido, continuava a falar. —... pra ser sincero, a bicicleta não era minha, era da minha irmã. Ela mereceu. — O ambiente entre nós três se silenciava. Ria apenas o garoto.
Contas pagas, a tarde caía e a luz dos céus se esvaía. Era noite, agora. Deixávamos o garoto em casa e nos dissipávamos em uma cafeteria algumas ruas acima, local no qual havia uma grande sacada de vidro e paredes estilizadas à moda Aurille, com folhas de louro envolvendo cada metro quadrado do recinto. O homem descia essas ruas que havíamos subido, e eu pude o ver perfeitamente daquela sacada Aurilleana. Ele não sabia que eu podia o ver dali de cima. O garçom me trazia um chá, por conta da casa, já que eu parecia cansado pelo dia.
Do alto, percebia o pokémon do homem, agora curado, batia a carteira de outras pessoas na rua.
Tudo bem.
O problema já não era mais meu.
A vista de cima me trazia ares de ouro.

Tarde  16:00 às 21:00


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Re: [Ato l] Golden Wind

Mensagem por Sammy em Seg Jan 14, 2019 8:47 am

Avaliação
Oizinho! Me chamo Sammy e você já me conhece, e sim, eu sempre faço cumprimentos com todos que avalio da primeira vez. Então, vamos pro show? ♥️

Vamos lá sua Narração é muito boa e tem traços peculiares. Muitos Membros optam por histórias engraçadas mas ainda sim acabam utilizando um vocabulário muito... sofisticado? Sim, é exatamente isso.

Gosto de como você foca na conversação de personagem para personagem e ao mesmo tempo que leva a história meio que "jogada", deixando quem lê surpreso e ainda por cima bobo. Estou gostando da sua Personagem, por enquanto ela leva a história de forma bem leve e eu gosto bastante disso.

Uma coisa que seu texto não possui é uma batalha impactante que na verdade é o mais importante no Treinamento Pokémon, você foi criativo e criou um pequeno trecho que pode até cumprir o requisito de batalha, mas das próximas vezes faça algo mais detalhado e claro que realmente seja uma batalha.

(Favor colocar Link de sua Mochila, Box, Rota & Ficha em seu perfil)

⭕ Coerência
⭕ Criatividade
⭕ Escrita
⭕ Construção
⭕ Organização



Chimchar
Chimchar adquiriu 2 Níveis indo do Nível 5 ao Nível 7. O macaco flamejante aprendeu Ember um movimento que na verdade ele já tinha acesso... isso é longo demais pra explicar!

Chimchar's Status: Chimchar está bastante animadinho, fogoso e talvez um tanto quanto alegre. Suas chamas estão mais acesas do que nunca, que fofo.

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