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Cap. II — Sweet, Sweet Honey

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Cap. II — Sweet, Sweet Honey

Mensagem por Janna em Sab Jul 21, 2018 2:54 am

Sweet!
Rika e eu atravessávamos tranquilamente a Draney Bridge, chegando num vilarejo pouco tempo depois. A primeira coisa que pude perceber era um cheiro doce, envolvente e selvagem, que coroava com louvor aquela paisagem amarelada. Um zumbido frequente de abelhas calmas, que sobrevoavam a cabeça dos moradores como se fossem vizinhas de longa data, também era algo marcante. Por ali, as pessoas pareciam viver uma vida doce como o mel, sem medo de enjoar.

Por cima, aquela cidade fria e com um aroma adocicado não havia nada de interessante para alguém como eu, mas até que poderia ser interessante...
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Re: Cap. II — Sweet, Sweet Honey

Mensagem por Janna em Sab Jul 21, 2018 5:02 am

Sweet!
Andávamos por uma parte mais afastada da cidade, já que éramos turistas e preferíamos ver as belezas do lugar - que não necessariamente eram locais que os moradores frequentavam diariamente. Eu preferia explorar as cidades, achar algo do que pudesse me recordar depois.

Logo adentrávamos um pequeno pomar de árvores frondosas e provavelmente, em época de colheita. Rika ficava animada com as Rawst Berries que cresciam em arbustos em grande quantidade, com a sua boca salivando sem nem mesmo tentar conter aquela baba gelada caindo sobre meus braços.

- Ei, Rika! Você sabe que não podemos pegar o que não é nosso. - Advertia, de forma calma, para não repreendê-la de forma rude. Porém, ainda era o suficiente para alguém escutar e vir em nossa direção. Eu logo adotava uma postura séria, quieta e colocava as mãos de forma que pegar uma agulha na bolsa fosse fácil. Claro, que por um momento, eu pensei que a silhueta acharia que eu era um criminoso, mas eu precisava me defender.

- Quem são vocês? Por quem foram autorizados a entrar aqui? Essa propriedade é privada! - Gritou uma jovem menina loira, com uma roupa casual e um tanto raivosa. Parecia morar ali pelos cabelos desajeitados e modo de agir, mas sua testa franzida mostrava uma certa impaciência em lidar com assuntos como esses no meio dos seus afazeres.


- Estávamos de passagem, observando as árvores. - Disse objetivamente, olhando em seus olhos como um psicótico. Claro, não era essa a minha intenção.

- Tá... - Retrucava, um tanto com medo de mim, mas tentando conversar e tentando relaxar. Parecia uma garota cheia de ideias. - Tô vendo que o seu Pokémon está de olho nas minhas Rawst Berries. Ele gosta muito delas?

- É ela. Rika. Ela gosta sim, mas não queremos atrapalhar. - E dava um tapinha nos pés de Rika, para ela parar de babar e cobiçar as frutas da garota.

- Você é mesmo uma menina de poucas palavras. Menina... Mulher, menina?! Não sei, sua voz é meio grossa, parece de homem. - Enunciava, coçando suas longas madeixas douradas, tentando entender do que se tratava aquele visual. Tola, não vê que é um conceito? Não é para entender e sim apreciar. Enfim, o que esperar de uma caipira?! Mas eu também sou um caipira, um caipira rebelde, talvez...

- Eu sou um rapaz. - Pensava num nome fantasia, para não precisar dizer o real. Olhava minhas vestes, o céu, o conjunto de tudo e cuspia letra por letra. - A. O. I.

- Tá aí uma coisa que não se vê todos os dias. Tanto faz, não importa. - Analisava-me, ainda tentando entender o meu conceito. Coitada, talvez fique isso na cabeça dela por um tempo e depois de tanto mastigar, ainda não irá entender. - Mas enfim, já que está aqui, você quer batalhar? Se você ganhar... Eu dou uma Rawst Berry pra Rika. É isso mesmo?

- Não irá sossegar até conseguir essa bendita fruta. Tudo bem, vamos a isso. - A garota me levava então para uma construção não muito longe dali, revestida de vidro e metal. Parecia algo abandonado, que colocaram apenas uma tinta por cima e disseram que era reforma.

- Essa era a estufa que papai usava quando começou a fazenda. Com o tempo, tudo precisou ser aumentado e ele a remodelou para se tornar um campo de batalhas que a gente usa quando a família vem aqui. - Confirmava a garota, como se lesse minha mente. - Não se preocupe, o vidro é resistente.

- Está bem. Podemos começar? - Sugeria, já que não aguentava aquela matraca falando mais. Para não transparecer isso... Era um sacrilégio. - Rika, vamos.

- Momo, eu escolho você! - A loira liberava um Pokémon voador, de asas amareladas e um jeito fofo. Usava a minha Pokédex, que me revelava algumas informações sobre aquele monstrinho.


Emolga

Esquilo Voador
Enquanto voa, ele espalha eletricidade ao redor, então os Pokémon voadores mantêm a distância. É por isso que Emolga consegue guardar toda a comida para si mesmo.


- Emolga?! - Repetia seu nome, analisando o que a Pokédex mostrava. Parecia até um Pokémon interessante, que combinava com a treinadora. - Rika, multiplique-se com o Double Team em volta dele e faça as cópias usarem o Powder Snow no centro!

- Não mesmo, use o Electroweb focando para cima e faça a rede elétrica cair sobre todos eles, destruindo-os! Depois use o Tickle!

Rika concentrava-se e logo as cópias apareciam ao redor de Emolga, cercando a elétrica, que levantava voo e materializava com seu rabo uma fina teia elétrica que se espalhava entre as cópias e criava uma reação em cadeia que atingia a original. As cópias se desestabilizavam e se desfaziam logo após, restando apenas Rika no salão, que era alvo das cócegas de Momo. Para retirá-la de cima, a gélida usava seu Powder Snow como um ventilador e a obrigava a fugir do movimento, que a pegava pelas costas.

- Continue, dessa vez com a neve direto na asa, como fizemos com Pidgeotto na outra vez. Pode ser uma boa ideia continuar a emitir os movimentos até que Emolga caia. - Sugeria, pausadamente, com o objetivo de que Rika fizesse tudo certo e não deixasse a desejar.

- Pois use o Iron Tail para se defender! - Gritava a garota, usando o movimento de forma defensiva. Embora tivéssemos a vantagem de tipos, ela tinha a vantagem aérea, que poderia ser muito versátil naquela batalha.

- Mudança de planos, agora gire e use o movimento de baixo pra cima para atingir sua barriga! - Alertava por cima, após o conhecimento desse ataque.

Rika corria para baixo da barriga de Emolga, com as cópias restantes do movimento anterior, que lhe ajudavam a fazer uma coluna e vento gelado que ia velozmente na direção do teto, consumindo Momo e a atingindo com diversos pedaços de neve que a machucavam como minhas próprias agulhas. O esquilo tentava se defender com o rabo, porém não havia como defender-se do que continuamente a atingia de um ponto cego. De alguma maneira, ela ainda conseguia sair, com o rabo envolto em ferro e dar uma implacável rabada em Snorunt, que tomava um dano equivalente ao de Momo. Ambas estavam esgotadas, pelo que era possível perceber, já que não deveriam ser muito distantes em nível. Eu deveria ser inteligente para vencê-la.

- Shock Wave, derrote ela já! - Ordenava a garota, estendendo seu braço direito na direção de Rika, certa de que conseguiria uma vitória. Eu confessava que tinha um pouco de medo disso, já que ela se mostrava ser uma treinadora que já tinha alguma experiência em batalhas e o que eu estava usando eram apenas ideias que surgiam em minha cabeça. Aquilo já devia funcionar.

- Powder Snow, combata o Shock Wave! - Gritei, tomado pela vontade de dar uma vitória à minha companheira pelo seu esforço na batalha. Queria passar apenas o positivo a ela, e não o medo que sentia bem no estômago. Respirava fundo esperava sua reação.

Ambas começavam a preparar seus movimentos, com Rika invocando uma tempestade mais forte de neve para bater de frente com um enorme raio azulado que partia de uma esfera acima da cabeça de Momo. Ambas disparavam ferozmente aquele espetáculo de luz, que se forçavam um contra o outro e explodiam, atirando ambas contra nós.

- Posso dizer que esse é um empate. - Concluía a jovem, com Emolga desacordada em seus braços. - Bom, dizem que a melhor maneira de conhecer uma outra pessoa é batalhando com ela. Acho que isso tá certo.

- Sábias palavras. - Respondia, enquanto a garota me empurrava levemente pelas costas até o canteiro de Rawst Berries, onde ela colhia uma das mais bonitas e azuladas frutas e entregava a Rika, que já havia acordado. - Muito obrigado! Agradeça à ela, sua gulosa! - Direcionava-me para aquele pequeno cone amarelado, que se lambuzava com a doce baga. Se tocava, então, e sorria para a menina, contente.

- Já para você... Irei te dar uma Poké Ball. Tenho muitas aqui comigo e sempre preciso desse equipamento para capturar alguns pequeninos travessos que vem se meter nas nossas frutas. Vamos, pegue! - Incentivava a menina, com a esfera vermelha brilhante nas mãos, empurrando para mim, quase. Eu aceitava e a guardava na bolsa mesmo, já que seria bem usada depois. Agradecia curvando meu corpo para frente e logo voltando à postura. Assim que havia terminado, nos despedimos e então pude continuar o meu tour pela Honey Island, deixando a garota com seus afazeres administrativos.


Última edição por Janna em Qui Jul 26, 2018 1:33 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Cap. II — Sweet, Sweet Honey

Mensagem por Sammy em Sab Jul 21, 2018 4:04 pm

AVALIAÇÃO
Hey! Hey! Tudo bom? Boa tarde e desculpe pela demora. Vou te avaliar desta vez e espero que de tudo certinho e que não ocorra nenhuma MP. Enfim vamos lá -3- ♥️♥️♥️

Eu gosto do seu personagem menino e menina, ninguém sabe o que ele é ou o que ele vai ser, isso é bem engraçado e original. Eu nunca pensei em ver algo assim no Mundo Pokémon, ficou bem bacana. Em suas primeiras aventuras eu vi que você estava literalmente chutando o balde, nem ai para as notas ou etc... Queria apenas ganhar seus níveis e beijinhos. Fico feliz que você melhorou e se esforçou para algo bem bacana.

Enfim, eu gostei dessa personagem, achei ela bem descrita e com personalidade forte. Uma clássica... Tsundere? Hehe. Eu gosto de aventuras inocentes e de personagens bobocas, é legal ler algo leve de vez ou outra. As piadas na sua aventura só completaram ela ainda mais, eu adorei a piada com "Conceito, não é pra entender é pra sentir". Bem bolada.

Mas como tudo não é rosas, seu final ficou bastante vago. Poderia ter feito algo mais desenvolvido ou sei lá, algo mais bacana que isto pode apostar. Você poderia ter conversado um pouquinho mais com a menina, levado ela como guia por Honey Island ou ela o convidando para aprender mais sobre a botânica. Ao meu ver você não quis dar uma pegada "romântica" em sua aventura, evitou a garotinha ao máximo além de claro ter sido antipático diversas vezes, algumas nem precisavam ter sido. Mas eu entendo que você se esforçou e isso já vale por 1000 diamantes.

Ah! Como você sabe estou com a Internet um tanto quanto lenta hoje, se algum HTML quebrar ou algo do tipo, favor consertar! Abraços.

Ótimo


Snorunt adquiriu 3 Níveis indo do Nível 8 ao Nível 11. Ela aprendeu Ice Shard.
Recebeu 286¥ vencendo a NPC.


Recebeu um Big Nugget como Despojo.
Sorteio

Snorunt's HP: 70%
Status: A pequena Rika está bem feliz com a batalha anterior, além de claro estar com os lábios sujos de Rawst Berry. Ela está doidinha para uma soneca.
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Re: Cap. II — Sweet, Sweet Honey

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