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02 — the lost child

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02 — the lost child

Mensagem por Own em Qua Jul 04, 2018 1:40 pm

the lost child


Acabei ignorando a presença da pequena criatura cinzenta por alguns momentos enquanto me diria para o grande local iluminado com detalhes avermelhados em Cadence, logo após dos eventos anteriores.
Ao adentrar, caminhei arrastando meus pés, não conseguindo andar normalmente devido ao cansaço. E, apoiando-me na bancada, solicitei conversar com a atendente local. Era uma mulher de aura amigável, com trajes brancos com detalhes rosados, semelhante a uma enfermeira. De imediato, ela demonstrou preocupação ao fazer o primeiro contato visual comigo:
— Você parece estar um pouco abatido, precisa de ajuda? — Solicitou, logo de imediato.
— Acredito que sim... — Respondi, percebendo logo de cara que minha voz soava de modo sonolento. — Eu acabei sendo atacado agora... — Comecei a falar, tomando cuidado com as palavras e tentando esconder que havia fugido de casa. — E isso aqui acabou me protegendo. — Continuei, indicando a criatura cinzenta que ainda continuava atrás de mim.
— Este jovem Espurr parece feliz contigo.
— Um Espurr? — Retruquei, estranhando o que a enfermeira havia dito.
— Sim, um Espurr, você nunca viu um pokemon? — Perguntou, também estranhando a situação. Como resposta, apenas movimentei a cabeça, indicando que definitivamente era um novato naquilo.
Assim, com calma, ela saiu do posto de trabalho, me guiando para um sofá confortável para descansar um pouco e oferecer um pouco de hospitalidade enquanto ela explicava com clareza tudo o que deveria saber: Sobre os pokémons, ginásios, objetos úteis, uma possibilidade de jornada, oferecendo liberdade, desafios que eu poderia enfrentar e companheirismo vindo das criaturas, como aquele pequeno Espurr — que eu não havia notado, mas obviamente ele estava se solicitando a ser meu companheiro de jornada. Ela também explicou que ela — nomeada de Enfermeira Joy, e suas companheiras de trabalho se localizavam espalhadas pela região de Aurille, sempre dispostas a oferecer ajuda aos jovens treinadores e necessitados, caso precisassem.
Depois de uma longa explicação sobre tudo o que poderia explicar, ela deixou-me dormir um pouco para que, mais tarde, eu pudesse colocar tudo o que ela me instruiu, em prática.

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Re: 02 — the lost child

Mensagem por Own em Seg Jul 09, 2018 12:00 am

the lost child


Era praticamente onze horas da manhã quando me notei jogado sobre o sofá no canto de atendimento do local. De relance, me senti um pouco envergonhado, mesmo havendo poucas pessoas ali.
Me levantei dali segundos mais tarde para me locomover calmamente para algum banheiro aleatório com o objetivo de, pelo menos, fazer algumas tarefas higiênicas — como lavar o rosto por exemplo, e quando terminei-as, ao sair, fui recebido pela gentil expressão da enfermeira me dando bom dia.
— Espero que você esteja dormido bem! Hoje você vai colocar tudo o que falei em prática, né? — Perguntou ela. Por um momento, acreditei que ela estava realmente cobrando, como se aquilo fosse uma obrigação.
Foi quando eu lembrei do que ela havia dito — depois de pensar por um momento sobre. Aquilo definitivamente foi muita informação para uma madrugada. Porém, acreditei que realmente estava preparado para começar a minha tão sonhada liberdade.
— Enquanto dormia, separei tudo o que você precisa. — Afirmou, indicando ao lado o que havia dito: Uma bandeja com uma quantidade pequena de determinadas esferas com detalhes avermelhados e um botão central, um aparelho também avermelhado e o Espurr, sentado acima do balcão com um pequeno sorriso gentil em seu rosto. — Aproveitei para deixar seu Espurr recuperando também, Ela realmente parece gostar de você. — Afirmou ela novamente.
Acreditei que ela estava blefando de primeiro relance, até que realmente percebi que havia dito a verdade: aquele Espurr na verdade era uma pequena e cinzenta criatura fêmea. Aquilo não me importava, muito menos fazia algo de diferente, apenas me deixou um pouco surpreso na hora.
Abracei aquele fato com carinho, acariciando-a gentilmente após guardar cada item em minha mochila, o que acabou sendo fácil, já que as esferas diminuíam de tamanho ao clicar no botão central.
Depois de ela rapidamente me instruir mais uma vez, agradeci-a pela hospitalidade e pela gentileza que ela transbordava e saí do estabelecimento determinado em começar a jornada a partir dali.
Prestes a sair da cidade ao lado de Espurr, acabei desviando a atenção para um pequeno cartaz estava colado em um singelo mural de madeira de um café, ao lado das promoções do dia. O que era estranho, já que possuía a minha foto nele.

•  •  •

Me afastei o máximo que pude a medida em que caminhava sobre a trilha de terra, adentrando em uma grande floresta pelo meio do caminho. Ao lado de Espurr, percebi o quanto alguns locais por onde percorria eram escuros por conta da pouca luz solar que adentrava atravessando as folhas, e o pouco que iluminava mostrava a singela beleza que a natureza transbordava.
Mesmo basicamente me sentindo sozinho, com o pouco tempo que permaneci ao lado de Espurr, ela sempre tentava demonstrar apoio, aparentando ler minhas expressões e meus sentimentos facilmente. Apesar de aparentar ser um pouco antipático, o sujeito de pelagem cinzenta podia facilmente ler através dos meus olhos. Era reconfortante saber sobre isso. Mostrava que alguém queria se importar comigo.
Algum tempo se passou desde que havia entrado na floresta. O ar continuava fresco, sem previsões para alguma mudança climática. Não havia notado anteriormente, mas o clima estava realmente agradável para uma caminhada. Com essa justificativa, comecei a diminuir o ritmo de meu andar para presenciar a brisa local e sentir o frescor da mesma, apenas como forma de me relaxar.
O canto dos pássaros, o movimento das folhas das árvores e dos arbustos — devido a movimentação das criaturas em seu habitat natural eram os únicos sons que podia notar no momento. A não ser as vezes que eu sentia estar sendo seguido ou algo do tipo, mas na verdade era só algum ser inofensivo ao redor. Acreditei.
Percorri curvas e curvas da trilha da floresta, acreditando estar seguindo o caminho certo. Espurr se localizava sentado em cima de minha cabeça, apoiando-se em meus cabelos. Ele aparentava também estar confuso com a situação, até que encontrei dois desvios da trilha, talvez levando para dois caminhos opostos. Quando percebi, me localizava parado no meio da estrada, confuso, quase entrando em pânico.
Minha situação piorou quando, surpreendentemente, um sujeito de estatura alta, de físico e feições brutas, saltou para fora de um arbusto e parou, diante de mim. Ele vestia roupas militares, e olhava pra mim com um alegre, porém irônico sorriso no rosto.
— Agora te achei! — Exclamou, colocando suas grandes mãos em sua cintura. — Vou receber uma grande recompensa com você! — Afirmou, ainda com suas mãos na cintura.
Demorou alguns segundos para saber sobre o que o homem falava, mas me toquei rapidamente: Ele mencionara dos cartazes de desaparecido que havia notado anteriormente em Cadence.
— Desculpa... — Murmurei. — Mas eu não volto para lá tão cedo. — Afirmei.
— Um bebê como você em um mundo tão grande desses? — Caçoou o mesmo. — Imagino como eu posso te motivar a ir comigo... — Murmurou, enquanto lentamente acariciava seu grande volume por baixo de suas calças.
Imediatamente corri para uma direção aleatória, percorrendo entre arbustos e folhas que ficam em meu caminho. Definitivamente não era uma boa hora para seguir a gentileza vinda do sujeito. Porém, não adiantou em muita coisa, já que ele novamente se localizava diante de mim, agora, com o estranho volume ainda mais visível. "Realmente é bem enorme" logo pensei, mesmo sabendo que aquilo não era a melhor ocasião.
Espurr, incomodado com a situação, saltou do alto da minha cabeça e encontrei-o à frente de minha presença, também com as mãos sobre a cintura, demonstrando coragem ao enfrentá-lo.
— Eu só queria brincar um pouco... — Murmurou-o, desapontado. — Mas acho que terei que brincar de outra forma.
Logo após a fala do mesmo — percebendo que tal possuía uma enorme cicatriz sobre o nariz e parte das bochechas, ele movimentou um de seus braços até seu bolso, retirando uma esfera idêntica as que eu recebi mais cedo, acionou o botão com o polegar direito e lançou ao alto, abrindo-a. Um feixe de luz mágico e forte se materializou dentro do objeto, e ao tocar no chão, invocava magicamente uma criatura bípede, ligeiramente azulada, com singelos e brutos punhos que exaltava-os com gratidão a medida que encarava Espurr. Foi então que descobri que o homem nomeava-o de Machop.

•  •  •

O primeiro movimento se originou do sujeito, e assim ordenando-o, Machop executou imediatamente, partindo para cima de Espurr com agressividade. Assim, efetivou com precisão um golpe — semelhante a um movimento de karatê contra Espurr, que não demonstrou algum efeito significativo após o movimento.
Assim contra-atacou. A criatura cinzenta demonstrou canalizar uma suposta energia para, em seguida, realizar uma singela áurea brilhante em forma de auréolas contra Machop. Por curiosidade, retirei o aparelho avermelhado de meu bolso e apontei o sensor para o movimento e, de acordo com as informações, aquele movimento se tratava do golpe Confusion, demonstrando ser super eficaz contra Machop.
— Repita mais uma vez Espurr! — Ordenei com entusiasmo.
Logo a mesma efetivou a ordem, recriando novamente as auréolas brilhantes contra Machop através de uma suposta energia mística vinda dos olhos da criatura, mais uma vez demonstrando eficácia contra o oponente, rapidamente demonstrando vitória na batalha mais uma vez.
Estranhei a reação do homem, que não demonstrou sequer nenhuma reação após a derrota, apenas retornou seu companheiro para sua devida esfera através de um feixe de luz avermelhado e sumiu por entre as árvores, quieto. Não liguei muito, afinal, estava feliz mais um vez pelo progresso de minha companheira.

•  •  •

Após determinado tempo no local, demorei um pouco para perceber que, durante os eventos anteriores todos, acabei me afastando da trilha e, encontrava-me naquele instante perdido, desorientado e sem rumo para onde seguir em frente.

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Re: 02 — the lost child

Mensagem por Sammy em Seg Jul 09, 2018 12:22 pm

Avaliação
Hey! Hey! Como vai? Vou te avaliar e espero que goste do que vou fazer! Qualquer tipo de problema ou barraco com ou contra mim sobre esta avaliação, poderão ser resolvido via MP ou na mão mesmo x3

Bem, estou assustada e talvez um pouco traumatizada. Se sua aventura continuasse eu juraria que ela pararia na Dark Web e viraria Creepy Pasta em Blogs... Enfim. Tirando qualquer ponto negativo e ficando com um pouco do enredo - que conseguiu salvar minha sanidade - Posso dizer que sua escrita é boa, além de claro ter muita criatividade, apesar desta ser bem... Estranha?

Erm... Agora que provamos do bolo, vamos falar da receita. Olha foi tudo um caos. Dá pra perceber que você tentou fazer algo novo, algo maneiro, algo bacana, algo que "wow vou implantar isso aqui cara", entende? Por fim, o tiro saiu pela culatra e você matou seu melhor amigo. A história não é ruim, de verdade, ela começou bem, teve seu meio exagerado e terminou rápido, eu simplesmente não entendi nada do aconteceu e até agora estou tentando ligar um fato no outro... Sério, virou uma grande bagunça.

Como eu disse, o enredo é bom mas precisa ser MUITO MAIS trabalhado. Você encontrou o ouro mas o despedaçou com uma broca. Sua escrita é realmente boa e me enche de prazer em ler seus textos, mas é preciso ter vontade para escreve-los, não force mais seu cérebro a fazer algo que ele não quer, de uma pausa e vá dormir. Quem sabe da próxima vez você se sinta mais confortável na escrita? Estamos em um RPG, você não escreve nada aqui para ganhar dinheiro, você está aqui para se divertir e não ficar exausto xD

Bom

Espurr subiu 1 nível ao mesmo tempo em que encontrou uma pequena Potion. O pequeno subiu do Nível 8 ao 9.

Espurr's HP: 80%
Status: Espurr está muito assustada com os perseguidores de Pietro, ela está começando a questionar seu treinador.
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Re: 02 — the lost child

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