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#01 - O que os olhos podem ver.

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#01 - O que os olhos podem ver.

Mensagem por Finn em Seg Jun 25, 2018 12:58 am



What your eyes

can't see

I get a very dizzy
I jump through hoops and climb trees
Cover my tracks in the breeze
All in a silent plea
That you’ll see me, see me
See me, see me, see me, see me

Why would I ever agree?
Or care about the way you see me?
I'll run away if I please
I’ll fight you with apathy, oh
If you’ll just go see me, see me
See me, see me, see me

You never look at your surroundings
You only think how they might change
But I’ll be like the trees
And I’ll grow while no one’s watching
And I’ll unravel you mister
If you’d just go see me,















                                                                             













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Re: #01 - O que os olhos podem ver.

Mensagem por Finn em Seg Jun 25, 2018 9:17 pm



A
pós semanas planejando minha partida de Cadence, finalmente o dia de dar inicio ao sonho de Joseph chegou. Antes de abandonar o apartamento, realizei uma rápida receita de suflê de maçã com mel e deixei o mesmo assando, partindo em seguida para o banho. A cada gota de água sob a minha pele um calafrio subia pela minha espinha. Meu coração estava doendo, e meu rim se contorcia, em uma mistura de medo e ansiedade, onde apesar de existir uma determinação em dedicar parte da minha vida para a memória de meu irmão, um certo receito ainda batia na porta. Aproveitei cada segundo daquele momento, os fios macios da toalha, o vapor da água quente, e até mesmo a cor branca do banheiro.

Ainda semi nu, dei inicio ao preparo da mala de forma intuitiva, afinal mal sabia o que estava fazendo. Dobrei peças mais leves e de tons claros, alguns jeans e uma única peça >i>Windbreaker, enquanto que com pesar deixei minha jaqueta favorita para trás por conta de seu volume, afinal precisava de espaço para itens de extrema importância. Com a mochila pronta, passei um perfume de nota adocicada e fragrância delicada, vesti uma camiseta branca e uma calça de cintura alta, esta um pouco desbotada em sua coloração azul, de forma que contrastava com o preto do meu cinto e da pochete que se apoiava em meu ombro e ao lado de meu torso. Com sapatos e meias confortáveis, retirei o suflê do forno e me dei o presente de sentir o cheiro que exalava do regalo de maçã. Repousei a delicia sobre a mesa ao lado de uma rosa vermelha e um bilhete com mensagens de carinho direcionadas à minha tia, que sempre me deu tanto apoio.

A hora era essa, desviando meu olhar da mesa, o repousei sob a raposa de pelugem branca. O pobre Vulpix se demonstrava tão apreensivo quanto eu, o que gerava um aperto em meu coração e uma duvida no crânio, afinal aquele Pokémon nunca esteve envolvido em batalhas, talvez não seria de grande ajuda em minha jornada, mas Joseph o amava, então como eu poderia deixa-lo? Com uma mão na cabeça da criatura e uma em meu peito, esvazio minhas angustias e solto um suspiro seguido de breves palavras - Nós vamos conseguir - que acabavam transmitindo certa tranquilidade para nossas almas.

Com passos largos, retirei-me do local, tendo Vulpix como minha única companhia. Meu olhar ia do céu de Cadence, para as arvores, para o meu reflexo em espelhos, para as mesas dos estabelecimentos que despertavam a minha vontade de tomar um refrescante chá gelado. -Deus, eu vou sentir falta de Cadence. Demoraram minutos para que chegássemos perto da rota sete, mas apenas segundos para que sentissemos a maravilhosa energia que o local emanava. Arvores longas e de tronco fino ficavam ao redor da singela trilha, o que gerava uma visão de encher os olhos, num contraste de cinza e verde. Beleza dentro da simplicidade.  Meu encanto com a natureza gerou uma pausa em minhas pernas, e de braços abertos, fiz surgir um suspiro em meio aos meus lábios. A inclinação da cabeça vinha seguida por uma inspiração, e então, uma expiração. A velocidade do vento machucava minhas narinas, mas o deleite de sentir a mais pura forma do ar fazia com que o ardor fosse apenas um detalhe.  O ar é algo que o olho humano não consegue ver, mas que é vital para nossa vida. Uma poesia, brega, mas ainda sim uma poesia.

Renovado pelo poema do ambiente, retomo os passos, que desta vez estavam livres da ansiedade e do medo, carregando leveza e velocidade, o que levava o Vulpix a dar alguns saltos na tentativa de acompanhar o ritmo.

A caminhava estava tranquila, até demais, além da raposa branca, minha única companhia eram os assovios da mata e o som dos pássaros que passavam rápido demais pelo local para que eu conseguisse observa-los. O tempo não demorou a transitar-, trazendo consigo a fadiga e um arrependimento na minha cabeça; o de não ter tido uma vida ativa nos esportes. Talvez se tivesse seguido meu irmão nas aulas de natação, não teria tanta dificuldade para fazer longas caminhadas. Sem muita escolha, me recolho para um dos cantos da trilha, e utilizo o solo como assento, na esperança de recuperar a energia aos poucos.

A respiração ofegante e o calor na sola dos pés sumiam aos poucos, acompanhando movimento dos relogios e e da inquietude dos meus olhos, que possuídos pelo tédio, buscavam qualquer coisa que pudesse chamar a atenção. As folhas e o mato já não tinham o mesmo charme, os pássaros passavam muito rápido e contar as marcas no chão era extremamente entediante. A única coisa que captou minha atenção foi uma espécie de bola levemente achatada do outro lado da trilha. Seria aquilo realmente uma bola? Talvez fosse alguma bolsa perdida. Domado pela curiosidade, retirei-me do chão e parti ao encontro com o objeto, me espantando ao ficar frente a frente com o alvo, afinal, não demorou muito para notar que aquilo na verdade era um casulo.

Vulpix vs. Silcoon


Não aparentava estar vazio, ao menos não possuia nenhuma rachadura visível. Enfiando minha mão em um dos bolsos de minha mochila, peguei uma pokédex de coloração azulada – uma espécie de personalização que eu mesmo havia realizado – e mirei o scanner em direção ao casulo, o que fazia com que a tela do dispositivo mostrasse diversas informações, sendo a mais importante delas o nome da criatura. Silcoon. Ainda com o eletrônico em mãos, lanço palavras carregas de insegurança - Hm... Vulpix? Ataca? - que não tinham efeito algum, pois o felpudo se escondia atrás das minhas pernas, intimidado com a presença de outro Pokémon.

Frustração foi o sentimento que me dominou no momento, e quase que de forma intuitiva, levo meu pé contra a traseira da criatura e a forço a dar alguns passos para frente, arrastando-a para a batalha. Relutante, o animal olha para trás, e me encara por alguns segundos, até que aos poucos começa a ganhar coragem, e parte na direção do oponente, abrindo a boca e soltando uma fina rajada (Powder Snow). Flocos de neves se misturam com o ar, e não demoram para entrar em contato com Silcoon. Tentando encorajar meu bicho, solto palavras em um baixo tom de voz -Faz isso novamente Vulpix, nós vamos conseguir - que são o suficiente pra despertar mais um ataque por parte do ser de pelos claros.

A timidez de Vulpix acabou sumindo após ele ver o sucesso de seus golpes, e deu lugar para um estado de êxtase, levandoa figura branca a saltitar pela trilha e lançar sua neve para diversos lados, algumas nem ao menos acertando aquele que estávamos enfrentando. - Vulpix! Você precisa se controlar! - a elevação no tom de voz  é o bastante para fazer o pequeno diminuir os saltos, e voltar a sua típica atitude tímida, recuando aos poucos. A mistura de desapontamento e alivio é demonstrada em forma de um suspiro pelos meus lábios, que serve de ajuda para manter minha calma.

Controlando os sentimentos, chego perto de meu companheiro e inclino meu corpo em sua direção, soprando palavras de conforto. Utilizando dos meus dedos para trazer maior aconchego, acaricio a cabeça da criatura, enquanto torno a lançar ordens de ataque para a mesma, de forma que a faz lançar um relutante golpe de gelo no casulo. Após o impacto da rajada, vejo o brilho nos olhos de Silcoon morrer. O efeito da neve acabou sendo fatal para o nativo de Hoenn, e isso me traz certa tristeza, sendo tal sentimento acompanhado por uma alegria amarga, afinal, finalmente tive o meu primeiro duelo e obtive sucesso. Deixando a tensão sair pelos meus poros, sento no meio da rota e coloco sorriso forçado em meu rosto, olhando para Vulpix e falando lentamente - Nós conseguimos Vulpix, eu acho que nós derrotamos ele, bom trabalho.
.

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Re: #01 - O que os olhos podem ver.

Mensagem por Apollo em Ter Jun 26, 2018 12:30 am

AVALIAÇÃO
Boa noite! Fico feliz em ser o primeiro a ter a oportunidade de avalia-lo e costumo ser direto em minha avaliação. Notei poucos erros de ortografia e formatação, que devem ter passado despercebidos no momento que você estava escrevendo e/ou revisando o seu texto, mas mesmo assim não foram erros gritantes que afetarão a sua avaliação final.

A forma que você descreveu o seu texto foi maravilhosa. O texto fluiu bem, de forma leve e me passou do inicio ao fim uma sensação aconchegante. Você consegue descrever muito bem o cenário em volta de seu personagem e, mesmo que sutilmente, conseguiu passar o que Finn estava sentindo.

Bem, agora o que diz que respeito a batalha contra Silcoon eu fiquei apenas incomodado com o quão raso a batalha ficou. Tudo bem que estamos falando de um casulo e que realmente não é possivel trabalhar grandes coisas, mas eu esperava pelo menos um pouco mais de empolgação de Finn. Ele até pode ser um mero iniciante como treinador Pokémon, mas eu queria que ele se esforçasse pelo menos um pouco para participar da batalha ou até mesmo se animar um pouco mais, pois nessa parte do texto senti a personalidade de Finn ser um pouco ofuscada pelo combate.

Enredo: 4/5
Escrita: 4/5
Total: 8/10
Muito Bom

Vulpix subiu 2 níveis, chegando ao nível 7 e aprendendo Roar.

Estado de Vulpix: Encontra-se ofegante e confiante com o resultado de seu primeiro combate.

Por conta do verão, sua próxima aventura será afetada pelo Sunny Day. O sol ficará mais quente, golpes do tipo fogo ficarão mais poderosos, enquanto golpes do tipo água estarão mais fracos. O calor toma conta da Rota 7.

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Re: #01 - O que os olhos podem ver.

Mensagem por Finn em Qui Jun 28, 2018 1:16 am



D
e olhos fechados e braços esticados ao solo, deixo a luz que emana do sol acariciar a minha pele, convidando-a à limpar minha consciência e tranquilizar minha alma, afinal causar um apagão no olhar de outros seres será algo comúm no caminho que escolhi percorrer.

A cada minuto que corre me sinto mais leve, filtrando minhas sensações e aceitando o que havia acontecido com o casulo.  Um sorriso de agradecimento ao sol surge entre meus lábios, enquanto me embriago de sua energia, em um momento de prazer, que é interrompido prematuramente quando um elemento de sensação gelada respinga contra a minha face, resultando em meu despertar.

Virando a cabeça na direção de onde a matéria gélida partiu, me deparo com a imagem da raposa branca chacoalhando o corpo e espalhando partículas de gelo por meio sua calda, aparentemente em uma tentativa de resfriar o ambiente. Tal visão faz com que eu lembre o tipo de Pókemon que Vulpix é. Receoso que a severidade do verão possa fazer algum mal à saúde do bicho, ponho meu tronco em uma postura mais elevada - apenas o bastante para que conseguisse colocar a mão dentro de minha pochete - e pego a pokeball da criatura de Alola. Chamo sua atenção por meio de um assovio, e em seguida miro a esfera em sua direção, ativando-a após um leve aperto.

Uma luz vermelha sai por meio do centro da pokébola e se envolve ao aspecto que estava de frente para ela, sugando-o para dentro do objeto. Confiante de que Vulpix se encontrava mais seguro, lanço meu corpo ao solo de forma suave, voltando a aproveitar a sensação da estação mais quente.

Agora de cabeça mais aérea, me ponho a pensar sobre as futilidades da vida, sobre minhas sobremesas, sobre a jaqueta favorita que ficou em casa, o chá gelado de limão da charmosa cafeteria. As banalidades se apoderam de minha mente de uma forma que os instantes passam na velocidade de mercúrio, me levando a um transe que é rompido apenas quando o leve ardor em minhas bochechas me alertam de um perigo. -Ugh, o protetor solar.

Como qualquer péssimo humano do século XXI, acabo esquecendo de passar o protetor solar em pleno verão e só noto tal fato após sentir uma leve dor na pele. Soltando xingamentos a mim mesmo, sento no meio da trilha e retiro a embalagem do filtro, arrancando seu lacre com certa força e despejando o produto de cor clara contra a palma de minha mão. Utilizando os dedos que estavam livres, começo a espalhar a loção pelas partes visíveis do meu corpo, esperando que não fosse tarde demais para o utilização do produto.

Desligado do mundo ao meu redor durante a aplicação do protetor, só venho a notar a presença de outro ser quando sinto algo pontudo colidindo contra minhas costas. Em um ato de puro instinto, viro meu corpo para o lado do impacto, e nisso me deparo com a figura de um homem. Suas vestimentas eram típicas de um garoto de vinte anos desprovido de senso de moda, onde todas as pessas levavam cores gritantes que brigavam umas com as outras. A barra da calça por sua vez era comida pelo solo, talvez seu tamanho não seja adequado para sua estatura, ou simplesmente o menino não liga o bastante para as suas roupas. Ao seu lado havia uma criatura quadrúpede de figura marrom e bege.

Mesmo estando incomodado pela forma com que o rapaz me abordou, mostro um sorriso sem jeito e me levanto do chão, soltando palavras desajeitadas - Ah, desculpa, não imaginava que alguém fosse passar pela rota - em um pedido de desculpas que não surte muito efeito, pois o mocinho logo abre a boca - Tanto faz, eu não ligo pra desculpas, eu só quero acabar com você - me pegando de surpresa.

Lutar contra um treinador é muito mais intimidador do que enfrentar um Pokémon selvagem, e isso abala minha confiança, me levando a tentar contornar a situação por meio da comunicação - Desculpa, mas é que eu não... - coisa que falha, já que sou cortado por uma voz de nuance irônica - Gente como você me da um nojo, só mostra como vocês são uma vergonha para nós homens de verdade. Para de ser medroso e aceita o meu desafio, frutinha.

Pego de surpresa com a agressividade do moço, fico em duvido sobre o que ele quis dizer com “frutinha” e me sinto desconfortavel com o cenário porém decido aceitar o desafio na intenção de evitar uma maior discussão -Ok, ok, você venceu, vamos ter uma batalha amigavel.

Após minha breve declaração, aperto a esfera vermelha e branca e aponto-a para o chão, libertando Vulpix. Logo que meu Pokémon da o ar da graça, uma risada invade o local, sendo seguida por algumas palavras de tom agressivo -Há, sabia que você era uma bichinha. O jeitinho, a vozinha fina, e agora esse Pokémon de viado? Vai dar mais gosto de acabar com você, a vida de treinador não é coisa pra bicha, é coisa para homem macho.

As palavras agressivas me espantam, mas não demora para que o choque dê lugar ao repudio, e com hostilidade lanço um afronte - Não se garante é? Já começa latindo pra ver se vai me deixar nervoso logo no começo? Vamos ver se a sua língua vai estar tão afiada depois da humilhação que você vai passar, porque hoje uma bichinha vai acabar com você. A tonalidade da minha voz, faz com que o bicho de cor branca também reaja de forma agressiva, emitindo um som (Roar) que amedronta não só o homofóbico, como também seu Pokémon, dando espaço para que eu utilize minha Pokédex.

Vulpix vs. Mudbray


Olhando rapidamente para a tela do aparelho digital, consigo a informação de que o nome de nosso adversário é Mudbray, e sem hesitação solto um berro - Vamos Vulpix, acerte sua rajada nele -  levando a criatura de gelo a soltar projeteis de neve diretamente de sua boca (Powder Snow) que colidem bruscamente contra o ser marrom, trazendo não só um sorriso ao meu rosto, como também confiança para o bicho de matiz clara.

Confiante, a criatura de Alola perde o foco do combate ao virar sua cabeça em minha direção na busca por aprovação, gerando uma abertura para o tipo terra que arremessa lama (Mud-Slap) contra a traseira de Vulpix. Tenso por conta do tom pessoal que o combate possuía, fico sem reação por alguns segundos, tempo suficiente para que Mudbray repita o movimento anterior, porém fracassando desta vez, pois por meio de puro instinto meu mascote desvia do golpe.

Encorajado pela determinação do meu parceiro, retomo o controle das minhas emoções e lanço uma ordem - Revide com uma rajada. A raposa me obedece e não demora para que seu projetil gelado (Powder Snow) parta de encontro ao quadrupede, mas não em velocidade suficiente, já que o alvo consegue se safar ao realizar uma investida para a direita, feito que desperta arrogância naquele que tinha vinte anos -Você nunca vai vencer esse duelo, somos muito melhores que você, eu e o Mudbray nunca vamos perder para duas bonequinhas...

A provocação surte efeito em meu ser, e a raiva tenta domar meu corpo, porém me mostro superior, e utilizo uma simples palavra para interrompo o discurso de ódio - Repita! - realizando ao mesmo tempo um comando. Atento ao som que parte dos meus lábios, Vulpix fuzila o equino com neve (Powder Snow), congelando as patas da pobre criatura que imediatamente se desespera, perdendo a compostura por completo. -Acaba com ele! foram as ultimas palavras ouvidas por aquele com manchas pelo corpo, pois ao receber mais um disparo gélido (Powder Snow), Mudbray não resiste e desmaia.

Com o Pokémon perdendo a consciência, me encho de orgulho, porém não demonstro nenhum sentimento em minha face. Me mantenho parado e analiso a imagem do outro treinador, que desesperado, se ajoelhava ao lado do tipo terra e o balançava em uma tentativa de verificar se a criatura havia falecido ou apenas perdido as forças. Dado meio minuto, pego minha mochila e volto a dar meus passos pela rota sete, lançando uma sentença ao passar ao lado do derrotado - Não esqueça que uma bichinha acabou com você, machão - e então seguindo meu caminho em paz.


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Re: #01 - O que os olhos podem ver.

Mensagem por Sammy em Qui Jun 28, 2018 9:55 am

AVALIAÇÃO
Olá Finn! Sou a Sammy e creio que você já me conhece, é um grande prazer avalia-lo desta vez. Enfim, vamos lá!

Sua história no primeiro momento aparentou ser bem escrita mas possuía um enredo fraco, no entanto, passando do começo para o meio está acabou se tornando bem original formando algo que eu nunca vi, uma cena de "bullying" no Mundo Pokémon. Hahaha! Isso foi incrível.

Você consegue passar muita serenidade em sua escrita, isso acaba fazendo com que o leitor passe por uma situação relaxante ao mesmo tempo muito animada. Antes de dar sua nota, preciso lhe mostrar algumas observações:


  1. Você deve colocar o Nível de seu Vulpix em sua Mochila!
  2. Você tem todo o direito de atualizar sua Mochila!
  3. Você deve colocar seu dinheiro em sua Mochila!
  4. Sempre que Capturar um Pokémon, encontrar um Item ou Etc... Atualize sua Mochila você mesmo.



Por fim, aqui está:

Ótimo

Vulpix adquiriu 3 níveis indo do Nível 7 ao 10. A raposa  aprendeu Bady-Doll Eyes.

Vulpix's HP: 60%
Status: A pequena raposa está com bastante calor e também suja, se continuar neste ritmo poderá entrar em estado de Burn ou Confused. Pense bem em seu próximo passo.

Finn obteve 115¥.

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Re: #01 - O que os olhos podem ver.

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