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[Cap.2] — Mafia

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[Cap.2] — Mafia

Mensagem por Sammy em Seg Jan 08, 2018 11:38 am

Mafia
Velejámos em direção ao porto de Spiritia City. O mar estava bem calmo. A imensa cidade se destacava entre as montanhas e todo o gelo, a temperatura mudava de uma hora para outra, apertava meu proprio corpo com tentativa de me aquecer, enquanto Lickitung se enrolava em sua própria língua já seca.

Spiritia era uma cidade que eu conhecia bem, tantos anos trabalhando como uma secretária e atendente, lembranças, como odeio. A cidade dos trapaceiros, dos criminosos e também dos negócios, não havia mudado nem um pouco neste últimos dois anos, até mesmo na luz de uma manhã ela se mantinha escurecida e cinza, não só por causa de toda poluição, mas também pela energia negativa que está transmitia.

A cada vez que nós aproximávamos daquela cidade horrível, meu coração apertava e algo me falava que não era a decisão certa. Em que enrascada eu estava me colocando?    
 

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Re: [Cap.2] — Mafia

Mensagem por Sammy em Qui Jan 11, 2018 10:45 am

Mafia
O barco navegava em direção ao píer de pedra com bastante cuidado. Um dos marinheiros balançava um grande sino avisando nossa chegada em Spiritia City, eles jogavam uma tábua de madeira no chão de concreto, ao mesmo tempo que eu passava por cima da velharia. Lickitung segurava sua língua com bastante cuidado e temor passando também em cima do molhado pedaço de madeira. O barco voltava a velejar em direção oposta enquanto tocava o sino avisando sua saída.

Estávamos em Spiritia City, querendo ou não. O porto era diferente de toda a cidade, aquela construção de pedra era colorida com o brilho do sol, enquanto toda a cidade era coberta por uma grande massa cinza e negativa. Com medo segurei forte nas mãozinhas de Lickitung, enquanto seguia em direção a metrópole.

A cidade era quase que um completo caos. Pessoas andavam com suas maletas com pressa, algumas se arriscavam e corriam entre a multidão, pokémons andavam em meio ao caos grunhindo e roubando o povo. Os carros iam e vinham por toda a rua, alguns buzinavam entre si debochando ou provocando si mesmos . Não tinha como acompanhar aquele ritmo, até porque não existia ritmo ou ordem. Lickitung olhava meu rosto com animação, ele logo repara minha careta confusa e medrosa, o linguarudo não perdoava uma, ele gargalhava de forma boba e desengonçada. Seguíamos de rua em rua de forma aleatória, apesar de já ter trabalhado por alguns anos em Spiritia City, não encontramos nenhum ponto de referencia ou pelo menos a empresa que eu havia trabalhado.

Fomos em direção a uma grande avenida, que servia de atalho para carros e caminhões evitando rotas e toda natureza. Lickitung e eu esperamos durante horas uma carona segura, passamos o tempo observando o semáforo mudando de cor repentinamente. Um carro negro se destacava dos demais veículos, não por sua cor, mas por seu imenso logo de um cão latindo. O veiculo parava e a sua porta abria, um homem de chapéu estiloso, terno e cachecol piscava para mim ao mesmo tempo que apontava para o meu rosto - Ei garota, precisa de uma carona? - Perguntava. Olhei para a direita e para esquerda, depois para Lickitung, o pokémon dava de ombros e logo entrava no veiculo - Muito obrigada! Poderia me levar até a Rota 25? É bem perto - Agradeci enquanto falava a onde seria minha parada. Entrei no carro abrindo logo a porta de trás me aproximando de meu Lickitung, o homem olhava pelo retrovisor minha situação então voltava a dizer - Ei, o Rosado... Ele está te esmagando, quer vir para frente? - Ele derrubava um recipiente que estava em cima do banco, várias esferas se espelhavam pelo chão do veiculo. Com cuidado me locomovia em direção ao banco da frente evitando pisar nas Pokébolas. Me sentava ao lado do homem e colocava o sinto, então observava o cenário em minha frente, uma rua movimentada ao mesmo tempo escura. Aquele cara voltava seu caminho com pouca velocidade, seguindo o matagal da Rota 25.

O celular do mesmo tocava de forma alta, uma melodia forte ao som de um violino, uma temática um pouco mafiosa ao mesmo tempo muito organizada e dançante. Ele deslizava sua mão em seu bolso recolhendo do mesmo um celular também preto, como suas roupas e carro. Ele colocava o telefone em sua orelha e inclinava sua cabeça, continuando com as mãos no volante e o aparelho preso entre seu ombro e cabeça. De forma séria, ele atendia - Alô? - Suspirava de forma preocupante, seu rosto soava e de sua testa uma gota salgada deslizava - Ah sim... Sim... Estou indo para ai... Ok - Desligava o aparelho, ele olhava para o meu rosto. Com um movimento rápido ele girava o volante dando meia volta em todo o percurso tomado - Ei o que você está fazendo? - Perguntei confusa, Lickitung esticava sua língua em direção ao volante tentando vira-lo com todas as forças, o carro ia para a direita e para a esquerda simultaneamente - Se acalme vocês dois! - Disse o estranho, ele segurava na língua de Lickitung na tentativa de solta-la do volante, sem outra o motorista ficava imediatamente imóvel e o veiculo desgovernado. Preocupada subia no corpo do homem, sentava em seu colo e tomava o controle do veiculo. Eu não sabia o que eu estava fazendo, apenas seguia o fluxo, girava o volante para todos os lados possíveis enquanto pisava em ambos os pedais, Lickitung grunhia de medo enquanto tampava seus olhos e colocava sua língua dentro de sua boca. Aquele carro estava fora de Controle, com sorte conseguimos desviar de todos os veículos, porém íamos acabar saindo da estrada e assim batendo em uma rocha ou árvore mais próxima. Três criaturas metálicas e reagrupadas flutuavam por ali perto, buzinávamos para os três cabeçudos que nem mesmo tinham reação,  o veiculo voava ao ar quando entrava em choque com os três animais reluzentes, o carro capotava quase que se destruindo. Consegui ouvir e ver um clarão indo em nossa direção, Lickitung estava caído no chão do veiculo, enquanto eu gemia de dor em cima do painel do carro, ninguém havia se ferido gravemente, mas a dor era muita. Ouvia os grunhidos de Lickitung e o bater do meu coração, o motorista se mantinha na mesma posição sem nenhum arranhão. Saia dos destroços tentando tirar o linguarudo para fora, olhava para a direita e a criatura de cabeça dura nós observava, ela olhava fixamente para Lickitung e sem perder tempo disparava raios contra o gorducho.

O rosado corria para a direita e para esquerda, enquanto o estranho animal disparava vários e vários lasers contra a sua "vitima", ele flutuava com velocidade ao mesmo tempo que Lickitung se jogava no chão tentando se esconder, uma cena cômica. Com muitas gargalhadas e com uma de minhas mãos em meu ombro, tentava acalmar a situação  - Tá bom, já chega vocês dois! - Gritei tentando colocar ordem. A criatura de três cabeças olhava para mim e emitia um som alto em minha direção  - Magnetooooooooooooooooon! - Gritava, emitia, não importava, o som era torturante. Lickitung aproveita e tenta acertar uma lambida no animal, que logo se dividia em três e depois retomava forma. Duas cabeças se viravam para o linguarudo e outra olhava fixamente para mim, o cabeçudo que me focava disparava um pequena onda elétrica sobre o meu corpo que logo se paralisava. Uma cabeça disparava contra o terreno o tornando pulsante e cheio de eletricidade, enquanto a outra se dividia e voava em direção a Lickitung o acertando uma investida. O rosado se levantava com rapidez, ele tentava acertar outra lambida em seu oponente duro, as cabeças tentavam se dividir novamente, no entanto uma acabava ficando para trás recebendo todo o dano, com medo a criatura acertada ia embora. Lickitung comemorava com pequenos pulinhos mas logo era interrompido por um imenso raio elétrico que o arremessava longe, os dois bichos flutuantes continuavam juntos e não estavam para brincadeira, o gorducho se levantava com apenas um salto. Ele esticava sua língua em direção as criaturas e os agarrava com força, o arremessando para longe, as criaturas acabam caindo juntas no meio do mato, com raiva eles voam em direção a Lickitung o acertando uma investida, com o seu oponente no ar, eles preparavam outro raio poderoso, o disparando contra o seu adversário na primeira oportunidade. O laser era imenso e de cor amarela, aquilo atravessava o corpo de Lickitung com muita facilidade, pela primeira vez Lickitung havia desmaiado.

Paralisada e sem nenhum tipo de emoção, basicamente uma estátua, não sabia o que iria acontecer. As duas cabeças de ímã iam em minha direção, eles preparavam outro raio magnético que me derrubaria na certa. Para minha surpresa, Lickitung acordava e com uma onda sônica confundia os pokémons e como resultado erravam o disparo. Com raiva e dor, o gorducho recolhia os pokémons com sua língua, os jogava ao ar e os deixava cair ao chão, jogava ao ar novamente e os deixava cair ao chão, repetindo isso várias e várias vezes. Sem outra, ambos os pokémons desmaiavam e com eles minha paralisia também sumia. Comemorava a vitória de Lickitung e ele também fazia o mesmo. Um dos ímãs tentava fugir em meio da escuridão, mirava com perfeição em direção ao cabeçudo e então uma Pokéball jogava contra o mesmo, não dava outra, o Pokémon era capturado sem mais nem menos.

LOG:


____________________________
• Turn 1: Lickitung's Lick
• Turn 2: Magneton's Thunder Wave
• Turn 3: Lickitung's Wrap
• Turn 4: Magneton's Zap Cannon
• Turn 5: Lickitung's Wrap
• Turn 6: Magneton's Tackle
• Turn 7: Magneton's Zap Cannon
• Turn 8: Lickitung's Wrap
• Turn 9: Lickitung's Wrap
____________________________

Corria em direção a Pokéball e a recolhia do chão. Voltava para o carro destruído à procura do motorista, que agora estava seguro. Para minha surpresa ele corria desesperadamente em direção a rua carregando consigo uma maleta preta, a mesma que ele havia derrubado no carro anteriormente. Eu e Lickitung corríamos mancando atrás do estranho homem, era curioso o porque dele agir daquela maneira. Chegávamos perto do estranho homem e tentamos gritar - Ei, o que você está fazendo? - Perguntei. Ele olhava para trás e se assustava, colocava as mãos dentro do seu paletó tirando uma Pistola Chocante do mesmo. O estranho mirava com atenção e então disparava, o tiro azul e eletrizante se dividia em dois e atingia tanto eu quanto Lickitung. Desmaiava, Lickitung me observava por alguns instantes e também caia ao chão. Quem era aquele homem e para quem ele trabalhava?
 

LOG:


____________________________
Item Utilizado: Nenhum
Item Encontrado: Nenhum
Pokémons Capturados: Magnemite (Shiny) - Ex-Magneton
Dados: Aqui
____________________________

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Re: [Cap.2] — Mafia

Mensagem por Celestia em Qui Jan 11, 2018 2:13 pm

AVALIAÇÃO
Uma ótima postagem. O texto teve de tudo: sua chegada na cidade, a descrição dela pelos olhos da sua personagem, o suspense na cena do caminhão... Na hora da batalha, foi tudo bem descrito, os movimentos bem usados e com você sabendo tirar de Magneton e Lickitung tudo o que podia ser tirado. Dessa vez não tiveram erros no português também. Parabéns!

Enredo: 5/5
Escrita: 5/5
Total: 10/10
Ótimo

HP do Lickitung Está paralisado e sentindo-se mal por isso. Seu corpo ainda doi por causa do acidente.

Lickitung, subiu 3 níveis, chegando ao nível 15. Encontrou uma Great Ball.


Magnemite (Shiny) foi capturado. Ele vem no nível 14.

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Re: [Cap.2] — Mafia

Mensagem por Sammy em Dom Jan 14, 2018 3:39 pm

Mafia
Acordamos em um lugar requintado. Sentados em uma cadeira de couro avermelhado próximos a uma mesa, sem algemas e com todo o conforto possível, era estranho. Aquele lugar era muito semelhante a um palácio oriental ou parecido, pilastras avermelhadas e decorações pintadas em dourado vivo deixavam todo o recinto ameaçador e chique ao mesmo tempo. Em nossa frente, um trono muito bem decorado, e em cima deste uma estátua de ouro maciço de um Pokémon com sua boca aberta.

O mais curioso não era as decorações ou toda a riqueza, mas sim uma fileira de homens e mulheres bem vestidos. Eles pareciam ter a fisionomia perigosa, seguravam Pistolas de Choque semelhante a que havia nos acertado anteriormente. Lickitung estava tão apavorado quanto eu, ele soava bastante ao mesmo tempo que apertava suas mãozinhas molhadas. Tentei manter a calma e não perder o controle, o gorducho já estava fazendo o papel de desesperado, alguém devia ser a voz da razão naquela situação. Um homem forte de pele parda, vestindo um terno escarlate de charuto na boca se aproximava de nós, ele se inclinava em minha frente ignorando Lickitung, e com sua voz rouca e grossa começava a dizer - Olá... - Dava uma pausa, tragava o charuto, bufava em meu rosto e voltava a dizer - Tudo bem? Está aconchegante? Achou o assento confortável? - Fazia perguntas estranhas que me deixava ainda mais confusa, de forma corajosa ou pelo menos tentava, colocava o dedo na cara do homem e iniciava a falação - O que? O que você tá arrumando? Eu não sou uma traficante! - Posso estar apresentando uma postura corajosa, porém dentro de mim cada órgão tremia e saltitava de pavor. O homem sorria e tragava o charuto, deslizava seus olhos para Lickitung, caminhava em direção a ele, o estranho apertava a barriga do gorducho em algum ponto fazendo que sua língua "saltasse" de sua boca, ele analisava o imenso órgão apenas com o olhar, gargalhava baixo e se retirava do lugar. Me irritava e com alguma coragem me levantava da cadeira, então gritava - Qual é o seu problema? Me conte! - Os "empregados" daquele homem também se afastavam, todos me ignoravam. Um som alto vinha do chão, uma plataforma se abria deixando apenas um pedaço do terreno centralizado, água surgia ao nosso redor formando assim uma arena d'água. O homem se sentava no trono, os demais ficavam em pé. O chefão gargalhava alto, então ordenava - Podem liberar o Leviatã! - Toda a gangue gargalhava ao ouvir a ordem, ao mesmo tempo que gritavam "Leviatã" diversas vezes. Lickitung e eu nós aproximamos um do outro, ao mesmo tempo que ouvíamos um ruído metálico vindo de dentro d'água, um som muito semelhante a uma jaula ou algo do tipo.

Não demorou muito para barbatanas e guelras aparecerem, a criatura era vermelha, um dragão? Não sabíamos. A serpente se erguia mostrando toda a sua aparência medonha. Me desesperava e sem ideias recolhia a Pokéball de Octillery e a jogava em campo, a criatura era forte, temia que Lickitung não resistisse sozinho. Leviatã, a serpente escarlate, estava preparado para a batalha, sem ao menos esperar seus oponentes ele atacava. A criatura se jogava em direção a Octillery quebrando a mesa as cadeiras do local, em seguida a serpente o puxava para dentro d'água, de forma violenta ele mastigava um dos tentáculos do Pokémon ao mesmo tempo que o arrastava para o fundo da arena, sem opções gritava comandando o Polvo - Octillery! Gunk Shot! Na cara dessa coisa! Lickitung tente puxar Octillery de volta com o Wrap! Vão rápido! - Quase que instantaneamente Octillery cuspia uma gosma preta em direção aos olhos do animal, porém aquilo só havia enfurecido ainda mais a criatura, as presas do monstro se transformavam em gelo e então ele mordia o molusco violentamente o congelando na mesma hora. Sem saber o que fazer Lickitung puxava a primeira coisa que encontrava, enrolando o pescoço da imensa criatura, Lickitung puxava com todas as forças no entanto não conseguia tira-la de dentro d'água. Com Octillery congelado, o monstro passou o foco para o Linguarudo, ele se jogava na arena com a tentativa de puxar o rosado, que com sorte desviava saltando para o lado. De forma surpreendente Octillery havia se descongelado ou melhor quebrado o gelo, o Polvo agarra a serpente com todos os seus braços e com força tentava traze-la de volta para água, o dragão não desistia e tentava morder Lickitung repentinas vezes sendo impedido por Octillery. Aquela batalha estava séria, nem se quer conseguia imaginar o que faríamos após terminar aquela batalha, o que aqueles homens queriam com a gente? Tentava esquecer todo o resto e focar apenas no momento critico - Meu Deus! Que coisa feia! Lickitung estapeie a cara desse bicho com sua língua! Octillery Octazooka! - Gritava de forma firme e corajosa, tinhamos que sair dali vivos. O chefão parecia estar admirando a batalha, ele se inclinava na cadeira e se apoiava no braço, ele não esposava uma reação apenas observava a batalha com atenção. Com o dragão preso em Octillery, Lickitung estapeava o imenso rosto do animal usando sua língua ao mesmo tempo que Octillery disparava um poderoso jato d'água contra o monstro. Aquela coisa grunhia enraivecido, um rugido poderoso que desconcentrava Octillery e Lickitung, como consequencia o molusco se soltava do corpo do inimigo. Ele cuspia fogo pela arena, a labareda seguia Lickitung de forma incessante, o gorducho corria desesperado pela arena sem o que fazer. Octillery se colocava em frente a todo fogo e então cuspia outro jato d'água que colidia contra o fogo, começando assim um duelo de fogo e água. Com o nosso oponente ocupado podíamos pensar em algo rápido e fatal, olhe rápido para todo o cenário encontrando assim uma estatueta mediana de dragão, sendo assim ordenei - Aguente Polvo! Lickitung Wrap naquela decoração! Quebre ela na cabeça dessa coisa! Vá! - O rosado fazia exatamente o que eu pedia, ele não havia pego a estatueta correta, mas ao menos havia pego uma mais pesada e dura. Sem medo ele atirava o item contra o seu oponente, que para nossa surpresa não havia tido o efeito que nós tanto esperamos, na verdade apenas mudou o foco novamente. A serpente dava uma pausa na labareda, se virava e observa Lickitung por alguns segundos, ele prepara um poderoso disparo contra o gorducho e então dispara sem mais, o linguarudo se enrolava no seu corpo ficando parecido com uma bola de praia, quando o raio se chocava contra o corpo do pequeno, este era lançado no ar, porém não se machucava. Octillery aproveitava o momento e disparava outra rajada de água contra o animal enfurecido, que não resistia e acaba desmaiando, não de fraqueza ou dor, mas de cansaço. A serpente caia dentro d'água e seu longo corpo afundava em meio a arena, era um momento épico, daria uma boa historia de pescador.

LOG:


____________________________
• Turn 1: Gyarados's Thrash
• Turn 2: Licktung's Wrap
• Turn 3: Octillery's Gunk Shot
• Turn 4: Gyarados's Ice Fang
• Turn 5: Lickitung's Wrap
• Turn 6: Gyarados's Dragon Rage
• Turn 7: Octillery's Octazooka
• Turn 8: Lickitung's Wrap
• Turn 9: Lickitung's Wrap
• Turn 10: Octillery's Octazooka
____________________________

A batalha finalmente havia acabado. A criatura havia sido vencida, voltava Octillery para sua Pokébola ao mesmo tempo que o agradecia. O local voltava ao normal, o chefão se aproximava de mim e Lickitung, então dizia - Você não é quem procuramos... mas possui tanto talento quanto. Meus capangas vão leva-la de volta para o centro de Spiritia City, não queremos vê-la... nunca mais. - Ameaçava. Dois homens saiam da fileira e agarravam tanto o meu braço quanto de Lickitung. Passamos alguns corredores ate chegar em um elevador, eles nós colocava dentro do mesmo e então apertava uma sequencia de botões. Subimos e subimos vários andares, não demorou para chegarmos até um cassino, ou melhor a porta de saída para aquele lugar de terror.

Eu não sabia o que havia ocorrido, nem mesmo Lickitung sabia. Pelo menos vamos voltar para a paz de nossa aventura, focar no que realmente importava, procurar o real treinador de Lickitung e também chegar em Geonite City. Spiritia já havia nos dado sustos até demais.

LOG:


____________________________
Item Utilizado: Nenhum
Item Encontrado: Nenhum
Pokémons Derrotados: Leviatã (Gyarados Shiny)
Pokémon Treinados: Lickitung e Octillery
Dados: Aqui
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Re: [Cap.2] — Mafia

Mensagem por Celestia em Dom Jan 14, 2018 7:34 pm

AVALIAÇÃO
Achei muito interessante o desfecho da sua história relacionada ao post anterior. Só acho que a parte da batalha ficou muito entulhada, com os movimentos podendo ser organizadas de uma forma melhor. Com letras muito pequenas e uma cor cinza, não deu uma boa sensação para mim.

Enredo: 5/5
Escrita: 3/5
Total: 8/10
Muito Bom

HP do Lickitung Ambos estão a ponto de desmaiar. É bom levá-los ao Centro Pokémon.

Lickitung e Octillery, subiram 2 níveis, chegando ao nível 17 e 14.


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Re: [Cap.2] — Mafia

Mensagem por Sammy em Seg Jan 15, 2018 10:58 am

Mafia
Saiamos daquele estabelecimento muito confusos e ao mesmo tempo curiosos, não sabíamos o que havia acontecido ou o que eles procuravam, ou porque me envolveram em toda aquela confusão. Bem, olhando para o outro aquilo poderia render em uma boa manchete ou história, mas com muita certeza ninguém acreditaria.

Spiritia estava tão caótica quanto antes, pokémons, pessoas e carros iam ou viam por todos os lados. Era simplesmente terrível. Segurava as patinhas de Lickitung e seguia em direção a rota, desta vez sem rodopios ou interrupções. A estrada era longa e Geonite City se quer estava próxima.

Rota Finalizada
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Re: [Cap.2] — Mafia

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